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sexta-feira, 8 de agosto de 2008

River Lama Rock

Enquanto a Carol se ocupa dos eventos de Blowmenow, eu fico com os arredores. A dica pra esse findi é o River Rock, um dos maiores festivais de rock e heavy metal do sul do Brasil. Acontece todos os anos em agosto, no final de semana do Dia dos Pais, logo ali, em Indaial.

Esse ano, a 10ª edição traz mais de 30 bandas nos três dias. São todas nacionais (estrangeira só tem a "Kave", do Chile) e donas de estilos variados: heavy metal, hard rock, black metal, punk e hardcore. Destaque total vai pro show do Matanza, encerrando a noite de sábado.

O ingresso tá bem camarada, na hora sai por R$ 35+ 1kg de alimento. Mas o River tem dois problemas críticos: a logística (precisa se programar muito bem pra ir e voltar) e a lama (o local costuma ser uma patchoca só, ainda mais com esse tempinho). O jeito é catar as galochas e procurar uma topic.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

1.21 gigawatts

Há! A Carol falou em Pärächämäs? Pois esse nome inspira um pequeno "causo".

Lá estava eu, pessoa desavisada que nunca ia imaginar que a paixão platônica pelo Marty Mcfly ia um dia me render algo além da alcunha de nerd. Pois é, rendeu. Na festa Capacitor de Fluxo, respondi corretamente ao quiz do anfitrião Felipos sobre “De Volta para o Futuro” e tcharã! Levei de brinde um CD bem deles... dos tais queridinhos do momento, os Pärächämäs.

Bom, eles têm pouco ou quase nada a ver com Paralamas - se é essa a pergunta inoportuna que não quer calar. E sim, são bem queridinhos mesmo. No quesito gente, inclusive. Tive a oportunidade de conhecê-los assim que arrematei o CD, ali na festa, no pós-show. Em meio às obscuras pipocas servidas na madrugada, troquei uma idéia com metade dos caras em uma rodinha e com a outra metade numa segunda ocasião.

Confesso que na hora não liguei os pontos e considerei que eram pessoas de duas bandas diferentes, mas vou fazer o quê se a sonzeira é distribuída entre cinco, seis, sete, oito ou nove indivíduos? [O álcool não me permite dar a garantia de valores exatos, perdão.] Olha, só sei que seria o suficiente para montar um ‘respeitável’ grupo de pagode.

Tirando, é claro, pela ausência dos óculos de sol e pela qualidade musical. O resultado sonoro de tamanha coletividade faz sacudir a cabeça sem querer, é intenso e divertido. Do tipo que dá orgulho de dizer que sai daqui das imediações do quintal de casa. Sem delongas, vê lá no: www.myspace.com/parachamas

Aliás, do quintal de casa pro mundo. Mais que a minha rasgação de seda, prova maior de que eles são bons foi o mergulho no peneirão do programa “MTV Procura com Cachorro Grande”. Flame on, pois! Mesmo não tendo mais emetevê em casa, torço pelos queridinhos.