Há! A Carol falou em Pärächämäs? Pois esse nome inspira um pequeno "causo".
Lá estava eu, pessoa desavisada que nunca ia imaginar que a paixão platônica pelo
Marty Mcfly ia um dia me render algo além da alcunha de nerd. Pois é, rendeu. Na festa
Capacitor de Fluxo, respondi corretamente ao quiz do anfitrião Felipos sobre “De Volta para o Futuro” e tcharã! Levei de brinde um CD bem deles... dos tais queridinhos do momento, os Pärächämäs.

Bom, eles têm pouco ou quase nada a ver com Paralamas - se é essa a pergunta inoportuna que não quer calar. E sim, são bem queridinhos mesmo. No quesito gente, inclusive. Tive a oportunidade de conhecê-los assim que arrematei o CD, ali na festa, no pós-show. Em meio às obscuras pipocas servidas na madrugada, troquei uma idéia com metade dos caras em uma rodinha e com a outra metade numa segunda ocasião.
Confesso que na hora não liguei os pontos e considerei que eram pessoas de duas bandas diferentes, mas vou fazer o quê se a sonzeira é distribuída entre cinco, seis, sete, oito ou nove indivíduos? [
O álcool não me permite dar a garantia de valores exatos, perdão.] Olha, só sei que seria o suficiente para montar um ‘respeitável’ grupo de pagode.
Tirando, é claro, pela ausência dos óculos de sol e pela qualidade musical. O resultado sonoro de tamanha coletividade faz sacudir a cabeça sem querer, é intenso e divertido. Do tipo que dá orgulho de dizer que sai daqui das imediações do quintal de casa. Sem delongas, vê lá no:
www.myspace.com/parachamasAliás, do quintal de casa pro mundo. Mais que a minha rasgação de seda, prova maior de que eles são bons foi o mergulho no peneirão do programa “MTV Procura com Cachorro Grande”.
Flame on, pois! Mesmo não tendo mais emetevê em casa, torço pelos queridinhos.